Tudo que você precisa saber sobre anunciar no modo IA do Google e uma opinião polêmica
October 19, 2026
🛒 IA na compra: 83% de quem pesquisa com IA muda de ideia no meio do caminho
🔎 Anúncios no Modo IA do Google: tudo que você precisa saber
📝 Opinião: O algoritmo está quebrado ou é sua campanha que é ruim?

Lembra quando escolher uma TV nova significava abrir o Google, passear pela Amazon e se perder em sites de review?
Pois é, para uma fatia cada vez maior das pessoas, isso virou um único prompt: “qual a melhor TV custo-benefício?”
Segundo a PYMNTS Intelligence, 19% dos adultos nos EUA (cerca de 49,6 milhões de pessoas) já começam a pesquisa de produtos pela IA.
E 83% de quem pesquisou com IA mudou pelo menos uma decisão no meio do caminho.
Na prática, até aquela compra no piloto automático, da marca que a pessoa repete há anos, volta a ser discutida.
A IA não liga para o tamanho da sua marca nem para quanto você investe em anúncio.
Ela compara preço, frete, prazo e garantia e monta uma shortlist fria.
Com isso, marcas desconhecidas para o comprador ganham chance: cerca de 15,9 milhões de americanos compraram de marcas que nunca tinham usado antes por influência das respostas de IA.
As compras não planejadas puxadas pela IA também valem mais.
Quem fez uma dessas gastou em média US$ 1.564 em três meses, contra US$ 931 da média geral desse público.
Por que isso importa: se o cliente nunca chega a ver a página de resultados, ser o primeiro do Google ou o destaque da vitrine da Amazon vale bem menos do que já valeu.
E 61,7% de quem pesquisa via assistentes toparia pagar ali mesmo, dentro do chat.
Dá para começar já: separe o tráfego que vem de IA no seu analytics, audite todo mês como os assistentes falam da sua marca e deixe os dados de produto (descrição, frete, disponibilidade, política de troca) fáceis para a máquina ler.
Bottom-line: produtos parecidos, em que só preço e ficha técnica decidem a venda, são os mais vulneráveis.
A disputa passa a ser por um lugar na lista que a IA recomenda, antes de a pessoa chegar ao Google.
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Se você está procurando o botão “criar campanha no Modo IA” dentro do Google Ads, pode parar: ele não existe.
E é isso que mais tem confundido gestor de tráfego nas últimas semanas.
O Modo IA passou de 1 bilhão de usuários mensais em maio de 2026.
Um estudo da SE Ranking analisou mais de 50 mil palavras-chave comerciais nos EUA e encontrou anúncios de texto em 29,45% das respostas.
Seus anúncios chegam ao Modo IA pelas campanhas que você já roda.
As elegíveis são Performance Max, Shopping e Search com correspondência ampla, e o Google vem empurrando o AI Max como porta de entrada.
Só para separar os nomes: AI Max é uma camada de otimização dentro do Search, e não um tipo de campanha e modo IA é a tela onde o usuário conversa.
As perguntas lá dentro são quase três vezes mais longas que uma busca comum. Palavra-chave curta continua útil, mas sozinha já não captura o contexto.
Os formatos na mesa são quatro. Três estão em teste:
1 - Anúncios de texto e Shopping, que aparecem dentro das respostas.
2 - Conversational Discovery Ads, em que o Gemini adapta seu criativo à pergunta do usuário.
3 - Highlighted Answers, com marcas patrocinadas dentro das listas de recomendação.
O quarto, Direct Offers, exibe promoções no meio da conversa de compra e ainda está em piloto fechado.
Por que isso importa: sua empresa pode aparecer mais cedo na jornada, quando o cliente ainda está tentando entender o próprio problema.
O porém é a medição.
Não existe relatório separado mostrando o que veio do Modo IA, então, se a campanha melhorou depois de ligar o AI Max, pode ter sido só um texto diferente.
Bottom-line: antes de sair testando formato novo, arrume a casa.
Isso significa rastreamento de conversão confiável, feed sem reprovação, landing pages claras e, no B2B, otimização com lead qualificado ou venda fechada.
A maioria desses formatos ainda roda só nos EUA, então dá tempo de preparar a conta antes que cheguem por aqui.
👉 Quer o passo a passo para deixar sua conta pronta? Acesse a matéria completa aqui

Como sua empresa pode criar um novo canal de vendas?
Expandir o faturamento nem sempre significa contratar mais vendedores ou aumentar o investimento nos canais que sua empresa já utiliza.
Uma alternativa é abrir novas frentes de receita. E as licitações públicas podem ser uma delas.
Todos os anos, órgãos públicos de todo o Brasil abrem oportunidades para empresas de diferentes segmentos. No entanto, acompanhar editais, organizar documentos e participar dos processos exige tempo e conhecimento específico.
A Valente Cardoso cuida dessa operação. A empresa funciona como um departamento de licitações terceirizado, assumindo essa frente enquanto o seu time continua focado no negócio.
Assim, sua empresa consegue acessar um mercado inteiro sem precisar criar uma estrutura interna do zero para isso.
Menos custo fixo. Mais canais de receita. E acesso a oportunidades de venda para o poder público em todo o Brasil.

Esse é você, olhando o dashboard: o CPL nunca esteve tão baixo e o volume de leads nunca esteve tão alto.
Enquanto isso, o comercial reclama que ninguém atende, ninguém tem orçamento e metade nem lembra de ter preenchido o formulário.
A conclusão parece óbvia: “o algoritmo está quebrado”.
Spoiler: ele está funcionando perfeitamente e fazendo exatamente o que você pediu.
O problema é justamente o que você pediu.
Quando a campanha otimiza para envio de formulário, você está dizendo para o algoritmo: “me traz gente que preenche formulário”.
E ele traz muita gente pagando pouco.
Estudante fazendo trabalho, concorrente pesquisando preço, gente caçando material gratuito. Para o algoritmo, todos eles são conversões perfeitas.
Se a sua empresa trabalha no B2B ou com produto de alto ticket, otimizar para formulário é pedir para o algoritmo achar curiosos.
Vamos aos pontos:
O algoritmo só aprende com o que você mostra para ele: Meta Ads e Google Ads são máquinas de encontrar mais pessoas parecidas com quem converteu. Se a conversão é o formulário, ele vai achar mais gente que preenche formulário, não mais gente que compra.
A venda acontece fora da plataforma: No B2B e no alto ticket, quem fecha negócio é o seu comercial, dias ou meses depois, dentro do CRM. Sem integração, essa informação nunca volta para o algoritmo e ele continua cego (ou com miopia bem forte pelo menos).
O CAPI devolve o sinal mais valioso de todos, a venda: Com a API de Conversões da Meta (e a importação de conversões offline no Google Ads), você manda de volta quem virou oportunidade e quem fechou negócio. É aí que o algoritmo para de caçar volume e começa a caçar perfil.
Lembra quando falamos do Andromeda aqui na news?
Dado de conversão via API virou o oxigênio do sistema.
E o guia de anúncios no Modo IA, lá em cima, bate na mesma tecla: no B2B, otimize com lead qualificado ou venda fechada.
Vamos supor o seguinte exemplo:
Campanha A, otimizada para formulário:
CPL: R$ 30,00
Taxa de lead para SQL: 2%
Custo por SQL: R$ 1.500,00
Campanha B, otimizada com dados do CRM via CAPI:
CPL: R$ 90,00
Taxa de lead para SQL: 15%
Custo por SQL: R$ 600,00
No dashboard, a Campanha A parece três vezes melhor.
No caixa, a Campanha B é duas vezes e meia mais eficiente.
“Mas eu vendo pouco, o algoritmo não vai ter volume para aprender.”
Justo. Por isso você não precisa mandar só a venda.
Envie cada etapa do funil (MQL, SQL, oportunidade e venda) e otimize para a etapa mais funda que tiver volume suficiente. Conforme o volume cresce, você desce no funil.
E mantenha a venda sendo enviada sempre. É ela que vai mostrar se a otimização está trazendo o perfil certo.
Bottom-line:
Quando a campanha traz lead ruim, o algoritmo raramente é o culpado. Ele é obediente. O que falta é ensinar para ele o que é um bom cliente.
O formulário é o começo da conversa, não o fim.
Enquanto a venda não voltar para a plataforma, sua campanha vai continuar capenga, não importa quantos criativos, públicos ou ajustes de lance você teste.
Fez sentido?
Para ler: Porque você não consegue ficar parado?
Para descobrir: O que acontece com seu cérebro quando você tem um ataque de risos?
Para ficar sabendo: As pessoas estão consumindo cada vez mais conteúdo local
🤔 Sente que sua operação está precisando se adaptar a essas novas mudanças e precisa de uma ajuda com isso?
Quero falar com o comercial da TraktorVocê sabia que um menino de 7 anos achou o que parecia um dente de tubarão numa praia da Inglaterra e acabou levando arqueólogos até uma cova coletiva de 300 anos?
Quem percebeu que o dente era humano foi um voluntário do local que, por acaso, era dentista aposentado.
Até agora já são pelo menos 12 pessoas encontradas. A principal suspeita é que sejam vítimas do Royal Anne Galley, navio de guerra britânico que naufragou ali em 1721.

CEO
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