Atualização importante para corrigir anúncios reprovados do Google e uma opinião sobre CEO's blogueirinhos do LinkedIn.
August 3, 2026
🛠️ Atualizações na correção de anúncios reprovados no Google
🤖 Anthropic lança Opus 5 com promessa ousada
✍️ Produção de conteúdo: coisa de CEO blogueirinho ou de gente séria?

Poucas coisas dão mais frio na barriga do que abrir o Google Ads e ver a palavra "Reprovado" do lado do seu anúncio.
E recentemente o Google atualizou as suas políticas de correção e avaliação de anúncios reprovados na plataforma, então trouxemos um curto resumo para você.
A boa notícia? Na maioria dos casos o conserto é rápido.
Todo anúncio reprovado costuma nascer de um destes três lugares:
O próprio anúncio (texto, título, imagem ou vídeo que fere alguma política);
A página de destino (que precisa cumprir os requisitos de destino do Google)
Ou os recursos, como extensões e imagens vinculadas.
Descobrir de onde vem o problema é sempre o primeiro passo.
E aqui vai o pulo do gato que muita gente ignora, mas com a atualização terão que ficar mais atentos: antes de sair editando o anúncio no escuro, confirme exatamente qual política foi violada.
Dá pra ver isso passando o cursor sobre o status "Reprovado", adicionando a coluna "Detalhes da política" na tabela, ou abrindo direto pelo e-mail de reprovação que o Google manda.
Depois de corrigir e salvar, o anúncio volta pra revisão automaticamente, sem precisar abrir apelação.
Agora, se você corrigiu e ele continua reprovado, ou acha que rolou erro na revisão, aí sim entra a apelação.
E é aí que tivemos atualizações, a apelação tem regras: no máximo 3 apelações por anúncio, com pelo menos 24h de intervalo entre uma e outra.
Ou seja, mandar tudo de uma vez só deixa a revisão mais lenta e ainda pode marcar suas apelações como duplicadas.
Fizemos um guia completo com cada passo, print por print, pra você nunca mais perder verba com anúncio parado.
👉 Veja o passo a passo completo pra corrigir e recorrer de anúncios reprovados aqui

Expandir o faturamento nem sempre significa contratar mais vendedores.
Muitas vezes, significa abrir um canal de receita que você nem sabia que estava ali, esperando.
Enquanto você quebra a cabeça pra aumentar o time comercial, existe um mercado gigante rodando em paralelo: as licitações públicas em todo o Brasil.
A Valente Cardoso cuida disso pra você. É o seu departamento de licitações terceirizado, conectando sua empresa a oportunidades de venda para o poder público de norte a sul do país.
Menos custo fixo. Mais canais de receita.
E acesso a um Brasil inteiro de compradores.

Se você acompanha o mundo da IA, guarda esse nome: Claude Opus 5.
A Anthropic soltou o modelo agora no fim de julho e a proposta é bem ousada: entregar desempenho perto do Fable 5, o modelo mais avançado da casa, cobrando metade do preço.
Na prática, essa conta fecha: US$5 por milhão de tokens de entrada e US$25 por milhão de saída, exatamente o mesmo valor do Opus 4.8 anterior, e metade do que custa o Fable 5.
O modelo já virou o padrão para quem usa o Claude Max e o mais forte disponível no Claude Pro.
Mas o que mais interessa pra quem faz uso diário é o controle de custo.
O Opus 5 chegou com um ajuste de "nível de esforço" (do baixo ao alto) que deixa as equipes calibrarem quanta capacidade computacional o modelo gasta em cada tarefa, equilibrando custo e profundidade da resposta.
Tem também o Fast Mode, que responde cerca de 2,5x mais rápido, mas cobra o dobro pelos tokens. Ou seja: você paga pelo que a tarefa realmente exige, sem queimar recurso à toa.
E antes que você pergunte "mas ele é bom mesmo?": nos benchmarks da própria Anthropic, o Opus 5 atinge estado da arte em engenharia de software, superando o Opus 4.8.
Um teste independente do brasileiro Fabio Akita ainda deu nota 95/100 ao modelo numa aplicação Rails construída sozinha.
A leitura do mercado é clara: a corrida agora vai muito além de potência e capacidade computacional, o foco agora é eficiência de custo.
👉 Entenda tudo sobre o Claude Opus 5, preços, benchmarks e comparações aqui

Em 2026 uma coisa virou praticamente unanimidade no mundo corporativo: todo profissional quer ser criador de conteúdo.
Ou influenciador.
Ou, se você fala Linkedês, "thought leader".
E olhando o cenário, faz sentido o desejo, afinal a gente vive na economia da atenção, e likes, comentários e seguidores mexem com algo lá no fundo do nosso ego.
O problema é que o mercado (como sempre) romantiza a parte bonita e esconde o resto. Então vamos ser honestos aqui.
Primeiro: se a sua motivação pra começar é "virar influenciador" só pela vibe blogueira, pare agora.
O melhor conteúdo quase nunca nasce da vontade de aparecer, e sim da vontade de compartilhar algo que você realmente sabe.
Existe uma quantidade absurda de conhecimento valioso trancado dentro das empresas, em threads do Slack, docs de Notion e na cabeça das pessoas.
Enquanto isso, o que circula publicamente é, muitas vezes, conteúdo extremamente genérico de um monte de gente que nunca fez o trabalho de verdade.
Segundo: o que performa não é o que é mais bonito, é o que é útil. Dois formatos funcionam quase sempre:
A visão contrária: aquilo que todo mundo pensa mas ninguém tem coragem de falar.
Os padrões: nosso cérebro ama reconhecer padrões.
Uma regra simples pra nunca ficar sem ideia: se você já falou a mesma coisa três vezes numa conversa normal com pessoas diferentes, isso já te rende um post.
Terceiro, e talvez o mais importante: Não se iluda com impressões. É fácil se viciar na métrica errada.
As plataformas são desenhadas pra te deixar caçando dopamina,tanto pra quem consome conteúdo, mas pra quem cria também.
O seu norte não pode (ou pelo menos não deveria ser) ser seguidor, like ou view.
Tem que ser o quanto o seu está sendo útil na prática. Se, na média, você entrega algo que gera comentários de pessoas agradecendo, salvamentos de post, você está no caminho certo.
Nossa leitura na Traktor é essa: conteúdo é um dos ativos mais poderosos que uma marca pode construir, mas só funciona quando parte de um lugar verdadeiro.
Viralização deve ser uma consequência, e o foco deve ser sobre encontrar as pessoas certas.
Ache coisas que só você pode dizer, resolva um problema real e apareça de forma consistente pra quem importa.
Assim como empresa precisa de product-market fit, criador precisa de creator-market fit.
O objetivo nunca foi agradar todo mundo. mas sim, se tornar valioso pra alguém.
🤔 Sente que sua operação está precisando se adaptar a essas novas mudanças e precisa de uma ajuda com isso?
Quero falar com o comercial da TraktorVocê sabia que existe um lugar na Terra onde nunca choveu?
É um lugar conhecido como o Vale Seco de McMurdo, na Antártica.
Faz mais de 2 milhões de anos que nenhuma gota cai por lá. O ar é tão seco que nem neve sobra: o vento simplesmente evapora tudo antes de encostar no chão.

CEO
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