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Ex pesquisador da Anthropic diz que IA pode acabar com a humanidade em uma década

Os top fatores de ranqueamento do Google segundo 131 especialistas e uma opinião polêmica

September 14, 2026

NA EDIÇÃO DE HOJE:

⚠️ Ex-anthropic acredita que a IA pode acabar com a humanidade até 2030
🔍 Porque 7 em cada 10 buscas no Google já não geram clique nenhum
💬 Sua marca deve se posicionar em ano político?

NOTÍCIAS

Ex-pesquisador da Anthropic acredita que a IA irá acabar com a humanidade

Será que criamos o exterminador do futuro da vida real?

Evan Hubinger, que liderava na Anthropic justamente a equipe responsável por testar sistemas de IA em situações adversas, veio a público dizer que acredita, de forma sincera, em mais de 10% de chance de a IA "matar todos os humanos" na próxima década.

A fala veio na esteira da saída de Jacob Coxon, ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic, que largou o cargo classificando a corrida entre os laboratórios de IA como uma aposta irresponsável com vidas humanas.

Coxon apontou o incentivo perverso do setor: mesmo quando um laboratório identifica um risco, ninguém desacelera, porque todo mundo assume que o concorrente vai continuar acelerando de qualquer jeito.

Resultado: o setor inteiro é empurrado no mesmo ritmo alucinado.

Aqui vale o recorte importante, pra ninguém sair correndo desligar o Claude ou o ChatGPT: o exterminador do futuro não é a ferramenta que você usa hoje.

O alerta mira uma geração futura de sistemas capazes de melhorar o próprio desempenho de forma recorrente, evoluindo mais rápido do que os mecanismos criados pra supervisioná-los.

Mas então por que isso importa pra quem vive de ajustar campanha no Google Ads e testar criativo no Meta?

Porque a lição atravessa o hype e chega na sua rotina: a velocidade com que as empresas estão adotando IA já corre muito à frente da capacidade real de entender essas ferramentas.

Modelos de linguagem alucinam dados, cometem erros e podem tomar decisões que levam a campanha pro buraco quando rodam sem supervisão.

Se até quem constrói esses sistemas está levantando a mão sobre os riscos, confiar cegamente em qualquer IA que já não era uma boa ideia agora se torna uma ideia pior ainda.

👉 Entenda o que Hubinger e Coxon disseram e o que esse debate significa pro seu marketing aqui.

SEO & ESTRATÉGIAS

Porque 70% das pesquisas não viram mais cliques

Senta que a estatística é pesada e ela muda pra onde você deveria estar gastando verba de marketing agora.

Um levantamento de Rand Fishkin (ex-fundador da Moz e referência global no tema), cruzando dados da Similarweb, revelou que 68% de todas as buscas no Google terminam sem nenhum clique.

Nem no seu site, nem no seu anúncio, nem em lugar nenhum.

E o mais assustador é a velocidade: em 2019 essa taxa era de 49%. Entre 2024 e 2026 ela deu o salto mais rápido já registrado desde que esse dado começou a ser medido.

Pra fechar o quadro, a Ahrefs, que cuida de mais de 75 mil domínios, declarou que o tráfego que o Google manda pros sites dela caiu mais de 22% em um único ano.

E estamos falando de gente com times inteiros dedicados a manter esse tráfego de pé.

Quem está "roubando" esse tráfego você provavelmente já usa também.

Primeiro, os AI Overviews, aqueles resumos gerados por IA no topo da página: quando o usuário acha a resposta ali, ele simplesmente não clica em nada.

Eles aparecem em cerca de 20% das buscas, e quando aparecem derrubam o CTR em mais de 60%.

Segundo, o AI Mode, o modo de busca conversacional onde a pessoa fala direto com o Gemini dentro do Google e resolve a dúvida sem sair de lá.

Ainda é volume pequeno (uns 0,34% das buscas), mas ele mais que dobra a cada trimestre, o que significa: em breve vai ser um dos jeitos mais comuns de pesquisar.

Aí bate a pergunta de sempre: então o SEO morreu?

Não, mas ele mudou de função.

Tentar despejar mais conteúdo pra "recuperar" o tráfego perdido não resolve o problema, porque a queda não é sobre o seu conteúdo, é sobre como o Google organiza o que já indexou.

Hoje é possível dizer que o SEO ficou até mais importante do que antes, porque a IA do Google precisa se alimentar de conteúdo bem ranqueado e estruturado pra montar os resumos dela.

Se sua marca para de investir em SEO, quem vira referência pra IA é o seu concorrente.

A saída que Fishkin propõe é o conceito de Zero-Click Marketing: parar de medir sucesso só pelo acesso ao site e construir autoridade e presença onde o seu público já está.

Na prática, são três pilares:

Conteúdo nativo (feito pra ser consumido dentro da própria plataforma),

Diversificação de canais (YouTube, LinkedIn, onde mora o seu ICP)

Construção de audiência (presença constante pra ser a primeira lembrança na hora da compra).

O clique sempre foi o meio de campo, não o gol.

👉 Os dados completos e o passo a passo pra aplicar o Zero-Click Marketing no seu negócio aqui

APRESENTADO POR VALENTE CARDOSO

Como sua empresa pode criar um novo canal de vendas?

Expandir o faturamento nem sempre significa contratar mais vendedores ou aumentar o investimento nos canais que sua empresa já utiliza.

Uma alternativa é abrir novas frentes de receita. E as licitações públicas podem ser uma delas.

Todos os anos, órgãos públicos de todo o Brasil abrem oportunidades para empresas de diferentes segmentos. No entanto, acompanhar editais, organizar documentos e participar dos processos exige tempo e conhecimento específico.

A Valente Cardoso cuida dessa operação. A empresa funciona como um departamento de licitações terceirizado, assumindo essa frente enquanto o seu time continua focado no negócio.

Assim, sua empresa consegue acessar um mercado inteiro sem precisar criar uma estrutura interna do zero para isso.

Menos custo fixo. Mais canais de receita. E acesso a oportunidades de venda para o poder público em todo o Brasil.

Conheça a Valente Cardoso

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

Sua marca deve se posicionar em ano político?

pessoas se encarando querendo saber a resposta

Chegou aquela época. E com ela, a pergunta que aperta o estômago de todo gestor de marca: eu me posiciono ou fico quieto?

Vamos começar pela único fato que não tem discussão: As eleições são uma realidade.

Fingir que o país não está em ebulição é loucura.

Ignorar o contexto passa a impressão de que sua marca vive numa bolha e isso também comunica algo.

Agora, reconhecer o momento é uma coisa. Cravar bandeira é outra completamente diferente.

E a verdade que ninguém gosta de ouvir: para a maioria das marcas, se posicionar é literalmente um risco.

Você abre mão de uma fatia da audiência, arranha relacionamento com cliente e, no fim da linha, quem pode pagar o pato é a a sua receita.

Se posicionar só compensa quando você sabe exatamente o que quer extrair daquilo.

Quando existe um cálculo frio e muito bem feito por trás, um retorno claro que justifique o custo. Sem esse cálculo, é uma aposta de como as pessoas irão reagir e uma aposta  com o nome da empresa em jogo costuma sair caro.

Se depois de tudo você ainda decidir ir pra frente, guarde essa dica:

Escolha muito bem as frentes que vai atacar. Porque assumir uma frente é, na prática, dizer ao público de quais outras você está abrindo mão.

Cada bandeira levantada é uma porta fechada, e você precisa ter total consciência de qual está fechando.

E o recado final: se a sua marca não tem uma boa assessoria de imprensa pra segurar a onda quando ela vier, evite.

Posicionamento sem uma estrutura adequada pra sustentar qualquer discussão pode ser o começo do fim de uma marca de anos de mercado.

No fim do dia, silêncio também é uma estratégia. E muitas vezes é a mais inteligente.

🤔 Sente que sua operação está precisando se adaptar a essas novas mudanças e precisa de uma ajuda com isso?

Quero falar com o comercial da Traktor

vídeo da semana

agora, uma curiosidade...

Você sabia que São Paulo é oficialmente a cidade mais feliz da América Latina?
É o que aponta o Happy City Index 2026, ranking divulgado no Parlamento do Reino Unido que avaliou 251 cidades do mundo com base em 64 indicadores, de mobilidade a meio ambiente.
A capital paulista ficou em 161º e passou na frente de gente grande como Nova York, Dubai e Hong Kong.
E o Brasil não parou por aí: nossa querida Curitiba apareceu em 197º e Belo Horizonte em 219º.

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Esperamos que essa news tenha te rendido bons insights.

Um abraço e até a próxima edição.

guilherme zanotto

CEO