A nova atualização nos lances do Google Ads e uma opinião polêmica.
July 20, 2026
🔃 Vai mudar: As atualizações nos lances do Google Ads e como se preparar
🪦 Menos de 30% das buscas no Google viram clique: o SEO morreu?
📝 Opinião: Vídeos feitos 100% com IA convertem mais?

Se você usa faz campanhas no Google Ads, guarde essa data:
17 de agosto de 2026.
A partir dela, o sistema passa a otimizar campanhas limitadas pelo orçamento de forma mais consistente em relação à meta que você definiu.
Traduzindo: a sua meta de CPA ou ROAS vai pesar ainda mais na forma como o algoritmo distribui os lances.
E por que isso é importante na prática?
Hoje, uma campanha com CPA desejado de R$10 pode acabar entregando conversões a R$5 e seguir assim numa boa.
Depois da mudança, se você não mexer em nada, a tendência é que ela suba de volta pra perto dos R$10 que você configurou como meta.
Ou seja: aquele desempenho "melhor que o esperado" pode simplesmente evaporar sem aviso.
O detalhe que muita gente vai deixar passar é que a atualização não altera seu orçamento nem suas metas automaticamente.
Se você quer manter a performance atual, o ajuste é manual, e o momento de fazer essa revisão é agora, antes de agosto.
A mudança vale para Pesquisa, Shopping, Performance Max e Geração de Demanda com estratégias baseadas em metas e status "Limitada pelo orçamento".
Mais do que uma mexida técnica, é um bom empurrão pra revisar se as suas metas ainda refletem os objetivos reais do negócio.
Contas com metas alinhadas quase não vão sentir o baque; contas com metas desatualizadas podem levar um susto.
A gente destrinchou tudo, com o exemplo do próprio Google e o passo a passo pra se preparar, aqui no blog

O número é realmente de cair o queixo: nos primeiros quatro meses de 2026, 68% das pesquisas no Google terminaram sem nenhum clique.
Sim é isso mesmo, menos de 1/3 das buscas atualmente viram cliques / acessos. A pessoa busca, recebe a resposta na própria tela e não sai dali.
Pra você ter ideia da velocidade, em 2019 esse índice era de 49% — e só entre 2024 e 2026 ele subiu 7,5 pontos, a aceleração mais rápida já registrada desde que esse tipo de estudo existe.
O que está por trás disso?
Basicamente a IA que o Google colocou dentro da própria busca. Os AI Overviews (aqueles resumos no topo) já aparecem em mais de 20% das pesquisas e derrubam o CTR em quase 60% quando surgem.
E o AI Mode, apesar de ainda ser uma fatia pequena, já passou de 1 bilhão de usuários mensais e mais que dobra de volume a cada trimestre.
A conta não fecha a favor de quem depende só de tráfego orgânico.
Aí vem a pergunta de um milhão de dólares: o SEO morreu?
Não. Mas a função dele definitivamente mudou.
Continuar bem posicionado importa até mais do que antes, porque são justamente os conteúdos que ranqueiam bem que alimentam as respostas da IA e os recursos zero-click.
Quem perde relevância em SEO perde também a chance de ser citado e recomendado pela IA, mesmo quando aquilo nunca vira um clique de volta pro site.
O recado pro seu planejamento é reequilibrar: manter o site relevante o suficiente pra influenciar as respostas de IA, levar energia pras plataformas onde o público realmente está e trocar a métrica de acessos por métricas de influência (menções, buscas por marca, engajamento).
Explicamos o conceito de Zero Click Marketing, quais negócios ainda ganham com SEO tradicional e o que medir no lugar do tráfego neste artigo:
👉 Em 2026, menos de 30% das pesquisas no Google viram clique

Existe um medo antigo (poderíamos até chamar de pré-conceito) rondando o mercado publicitário: Anúncios feitos com IA ficam sem alma, robótico, distante.
Será mesmo?
Um estudo inédito da HSR Specialist Researchers veio justamente pra cutucar essa crença, e o resultado incomoda quem torce o nariz pra certas tecnologias.
Analisando 27 campanhas reais de 18 marcas, a pesquisa mediu microexpressões faciais e resposta emocional durante a exposição aos anúncios.
O que eles descobriram: peças produzidas com IA generativa geraram uma resposta emocional 21% superior às feitas de forma tradicional.
E tem mais: 47% das pessoas acharam que campanhas 100% humanas tinham IA.
A linha entre "feito por gente" e "feito por máquina" já está muito mais que borrada, e o público, na maioria, nem se importa: 72% avaliam o uso de IA de forma positiva.
Mas calma, porque aqui mora a parte que a gente acha mais interessante.
O estudo aponta que o modelo híbrido (ideia humana + execução por IA) é o que lidera em qualidade de produção.
E o único critério em que os anúncios 100% humanos venceram foi a ousadia.
Ou seja: o risco criativo, a sacada corajosa, o "e se a gente fizer diferente?" continua sendo um traço profundamente humano.
E é exatamente por isso caro leitor que te fazemos a seguinte pergunta: até quando produzir criativo vai ser uma dor na sua empresa?
A dificuldade de gravar, editar e produzir com consistência sempre foi um gargalo pesado para a maioria das empresas, principalmente as que geram boa parte da sua demanda com mídia paga.
A IA está aí pra derrubar grande parte desse muro: mais rápido, mais barato, mais fácil e, agora sabemos, sem perder emoção.
O que ela não faz sozinha é ter a ideia. A tecnologia tira o peso da execução das suas costas pra que a sua equipe gaste energia justamente onde ela é insubstituível: na estratégia e na ousadia criativa.
O maior risco, no fim das contas, não é usar IA. Segundo a própria pesquisa, a rejeição é maior em anúncios tradicionais (5,1%) do que nos feitos 100% com IA (0,8%).
O que afasta o consumidor não é (e nunca será) a tecnologia que usamos e sim a publicidade ruim e sem graça.
E essa, sim, é uma dor que dá pra resolver.
🤔 Sente que sua operação está precisando se adaptar a essas novas mudanças e precisa de uma ajuda com isso?
Quero falar com o comercial da TraktorVocê já parou pra pensar quantas árvores existem no planeta? Os cientistas pararam.
Cruzando imagens de satélite, IA e mais de 400 mil medições feitas no chão, chegaram a um número: cerca de 3,04 trilhões de árvores, aproximadamente 390 por pessoa na Terra.

CEO
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