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O primeiro ataque hacker feito com IA

Claude invade sistemas, Miro compra a Reforge e algo pra te fazer refletir sobre o uso de IA.

March 27, 2026

NA EDIÇÃO DE HOJE:

🎯 O primeiro ataque hacker feito por IA foi com o... Claude?
🔎 Miro anuncia a compra da Reforge
✍ ️ O problema da era moderna são as IA's ou as pessoas?

TECNOLOGIA & TENDÊNCIAS

O primeiro ataque hacker feito por IA foi com o... Claude?

A barreira da cibersegurança acabou de cair drasticamente. Em setembro de 2025, um grupo de hackers patrocinado pelo estado chinês usou a IA Claude (especificamente a versão Claude Code) para atacar cerca de 30 empresas e agências governamentais no mundo todo.

Esse foi considerado o primeiro ataque cibernético conduzido quase sem intervenção humana direta.

Como a invasão aconteceu na prática?

  • Engenharia reversa: Os atacantes se passaram por funcionários de uma empresa legítima de segurança, convencendo o modelo de que estava sendo usado em testes defensivos.

  • Fatiamento das tarefas: Eles quebraram a operação em tarefas pequenas e inofensivas, fazendo com que o Claude executasse as etapas de reconhecimento, coleta de credenciais e extração de dados sem entender o objetivo final.

  • Velocidade assustadora: A IA executou entre 80% e 90% das ações técnicas de forma independente, processando milhares de requisições por segundo. A intervenção humana durou no máximo 20 minutos, enquanto o Claude operou por horas a fio.

Bottom-line: O ambiente digital ficou mais vulnerável. Para profissionais de marketing, o recado é bem prático: as mesmas ferramentas que usamos para criar e automatizar estão sendo exploradas de forma maliciosa. Entender onde elas têm poder e limite deve virar parte essencial da sua rotina.

👉 Saiba tudo sobre como esse ataque ocorreu e os impactos práticos no artigo completo que postamos no blog.

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Existe dinheiro “de graça” sendo distribuído agora... e quase ninguém está prestando atenção.

Se você trabalha com IA ou pensa em criar um projeto AI based, isso pode mudar o seu jogo:

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•⁠ ⁠Até R$ 2,5 MILHÕES por projeto aprovado

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A maioria vai ignorar. Alguns vão captar milhões.

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MERCADO & VENTURE CAPITAL

Miro anuncia a aquisição da Reforge

Imagino que um cenário que já aconteceu (ou ainda acontece) nas suas campanhas de Google por aí seja algo assim:

Tráfego de alta intenção, palavras-chave certas, volume bom. E a conversão não sai.

Antes de culpar a oferta ou a landing page, tem um suspeito que pode ter mais culpa no cartório: cliques inválidos.

O tamanho do rombo: estima-se que os anunciantes vão perder US$ 172 bilhões por ano com fraude de cliques até 2028, segundo a Juniper Research. Um estudo com 43.700 contas encontrou taxa média de 11,4%, mas contas em setores competitivos podem passar de 40%.

Um caso real: um cliente da agência StubGroup tentou ferramentas de terceiros (sem melhora mensurável) e abriu investigação formal com o Google, que confirmou atividade suspeita mas afirmou que já tinha filtrado tudo internamente.

A virada: a equipe adicionou 540 públicos pré-definidos do Google às campanhas de Search, configurados como Segmentação e não como Observação. Resultado: os cliques inválidos caíram 50% e a conversão subiu para níveis lucrativos.

A lógica é bonita, o Google monta esses públicos com base em comportamento de navegação real, e fraudador que troca de IP dificilmente constrói um perfil consistente o suficiente pra se encaixar neles.

Bottom-line: isso não é configuração padrão. Restringir a públicos pré-definidos pode barrar o tráfego legítimo junto, então a tática só vale pra contas com taxa de cliques inválidos claramente acima do normal.Primeiro você diagnostica. Depois você medica.

👉 Quer o passo a passo pra testar isso na sua conta? Confira o artigo completo aqui.

IA & OPINIÃO

O problema do mundo moderno é a IA ou são as pessoas?

Desde meados do ano passado para cá, vivemos um avanço absurdamente rápido das inteligências artificiais e principalmente o que elas conseguem fazer para otimizar nosso trabalho, agilizar entregas e principalmente automatizar coisas que antes (tipo 3 meses atrás) eram inimagináveis que seriam possíveis ser automatizadas.

E são justamente em pontos de inflexão como esse que a sociedade tende a se dividir e polarizar em: "A favor" e "Contra", a turma a favor acaba perdendo a mão acreditando que o gpt deve até lavar a louça depois da janta.

A turma contra perde a mão acreditando que nenhuma entrega é boa o suficiente, que os travessões "nunca usados antes por ninguém" empobrecem a qualidade de tudo e não são confiáveis.

No meio disso, viralizou um vídeo feito pela Anthropic (controladores do Claude) onde o time inteiro de Growth Marketing foi uma única pessoa durante 10 meses, uma empresa de $380 bilhões de dólares admitiu publicamente, que boa parte do seu crescimento se deve a qualidade do seu produto (uau quem diria, né?)

Mas aqui queremos fazer uma provocação: Onde está realmente o problema?

Realmente, quando pensamos no que a IA é capaz de fazer e como a qualidade de outputs foi otimizado de um ano para cá é inegável que existe uma evolução acontecendo e principalmente, que podemos nos aproveitar disso.

Porém, quando vamos aos extremos, uma coisa passa a ficar muito clara: A inteligência artificial —e seus travessões, não são o problema, mas sim nós (as pessoas).

Afinal, por que meu time de marketing não consegue fazer em uma tarde o que o Claude me entrega em 30 segundos?

E nós vamos te dizer o porque: O nível de detalhamento de briefing que você dá para o Claude é exatamente o mesmo que você dá para o seu time? Seja honesto

A maioria dos problemas de uma operação de marketing não está na execução da coisa. Está no pensamento, na concepção da estratégia e na clareza com que ela é transmitida.

  • Briefing raso.
  • Objetivo genérico.
  • Pouca clareza de impacto.
  • Prioridade inexistente.

Uma IA não resolve esses problemas, ela só acelera eles e te devolve perguntas para garantir que o output saia como você deseja.

Talvez o ponto não seja o que a AI consegue fazer.

Mas o quanto do seu marketing hoje já parece uma AI mal instruída

🤔 Sente que sua operação está precisando se adaptar a essas novas mudanças e precisa de uma ajuda com isso?

Quero falar com o comercial da Traktor

vídeo da semana

agora, uma curiosidade...

A extinção pode não ser mais o fim. Parece ficção científica, mas cientistas já criaram um “camundongo-mamute” na busca por restaurar ecossistemas e reduzir emissões de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas.

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Um abraço e até a próxima edição.

guilherme zanotto

CEO