R.I.P Meta Ads? Saiba se ainda compensa investir na rede de anúncios

A Meta teve queda de 1% em sua receita, mostrando que esse ano está sendo difícil para a empresa.

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Esse é mais um episódio que sucede ao ocorrido com as mudanças de política de privacidade do iOS14, que teve alto impacto nos anúncios do Facebook.

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E, de forma geral, o comportamento do consumidor, que já é dinâmico, acelerou com a pandemia e forçou mudanças na mídia paga. 

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Então, será que ainda vale a pena investir no Meta? Essa não é uma pergunta que nasceu ontem. Ela vem de anos e anos desde que o Instagram se popularizou.

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Porém se essa pergunta existe há tanto tempo, é porque a resposta não é tão simples. 

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Não dá para falar em Meta Ads sem falar de Facebook, que ainda é a rede social mais acessada do mundo. 

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Mesmo perdendo audiência para outras redes sociais como Instagram, TikTok, Twitter, entre outras, 44% dos usuários que consomem notícias online, as consomem no Facebook - dado de 2022.

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Com cenários que parecem até paradoxais, a pergunta que ainda paira sobre a nossa cabeça está agora mais difícil de responder, né?

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Mas, relaxa. Vamos entender melhor esses cenários, as dificuldades de investir no Meta Ads e dicas para contorná-las.

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Boris?

O impacto da pandemia 

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A pandemia realmente mudou as peças do tabuleiro no mundo digital, trazendo mais empresas que atuavam com estratégias totalmente offline para dentro do mercado online e forçando anunciantes já experientes a se reinventarem na velocidade da luz.

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Em outras palavras, a pandemia teve impacto no Meta Ads, obrigando a plataforma a se adaptar, como as suas concorrentes, à enorme demanda de usuários que passou a ter. 

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E ficou mais caro investir no Facebook. O alto valor do Custo por 1.000 impressões (CPM) aumentou 19% no Facebook e Instagram desde o início de 2020 até outubro de 2022. 

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Uma hipótese para esse alto custo é a chegada de novos players nas plataformas de anúncio. 

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Ou seja, mais players disputando por espaço publicitário devido ao boom de vendas na internet.

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Certamente, o impacto da pandemia foi mais positivo do que negativo para o Meta Ads, já que teve a entrada de novos anunciantes.

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O lance com o iOS14 - que já estamos carecas de saber

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Se você leu este nosso texto aqui, já sabe que iOS14 impôs mudanças no Meta Ads. 

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As alterações na privacidade dos usuários - por conta do Pixel - restringiu algumas ações dos anunciantes, o que fez com que algumas empresas deixassem de anunciar na plataforma ou diminuíssem seus investimentos.

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Isso afetou sim a forma de anunciar no Facebook, mas o Convertions API (CAPI) é uma ótima solução para traquear a jornada do lead com eficácia.

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Se o Pixel utiliza os cookies para enviar as informações para o Facebook, no CAPI as informações são salvas no servidor do cliente e, depois, enviadas ao Facebook. 

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Então, por mais que o Meta Ads tenha patinado com a decisão da Apple de limitar as ações dos anunciantes, há uma forma de contornar isso e continuar anunciando com sucesso na plataforma.

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O que o Meta Ads está fazendo para se manter relevante?

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O Meta está ciente de como os aspectos citados anteriormente afetam a rede social e sua receita, portanto estão se munindo de estratégias como a automatização de campanhas.

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A empresa fundou o Meta Advantage, um programa que reúne anúncios automatizados e ferramentas baseadas em inteligência artificial.

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Esse programa tem combinado elementos de anúncios para associar a audiências, de forma automatizada.

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Em uma comparação bem rudimentar, é como se fosse o Max Performance do Facebook, que combina criativos de forma a encontrar as combinações que mais convertem. 

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A exemplo, a campanha Advantage + Shopping elimina etapas manuais de criação de anúncios e automatiza até 150 criativos de uma só vez. 

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Essas estratégias compactuam com as dinâmicas de mercado e fazem o Meta Ads ser uma plataforma que vale a pena ser usada - quando faz sentido para o anunciante, é claro.

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As dificuldades em anunciar no Meta e como contorná-las

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Como já dito antes, o próprio comportamento do usuário que influenciou nas mudanças de política de privacidade dificulta, em um certo nível, anunciar no Meta Ads. 

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Em se tratando de Facebook, há a migração de audiência para outras redes sociais, fazendo o perder um pouco de sua relevância para alguns grupos de usuários, especialmente os mais jovens - que estão mais no Instagram, também do Meta.

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Além disso, o Meta Ads pode não ser tão interessante para campanhas que visam a conversão de fundo de funil, e para certos tipos de públicos e negócios.

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Os negócios que mais fazem sentido no Meta são B2C para conversões, e mesmo assim têm seus desafios de tirar o lead da rede social para levá-lo a uma outra página. A não ser que seja usado o Lead Ads.

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No entanto, caso o seu negócio tenha uma complexidade maior e uma jornada de compra mais extensa, é provável que a plataforma não seja a melhor opção para conversão direta. 

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Tá, mas afinal, como contornar essas dificuldades?

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Procure focar em etapas do funil mais específicas, como descoberta e consideração, usando a funcionalidade da rede para topo e meio de funil. 

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Com isso, as campanhas de alcance e reconhecimento de marca trarão mais leads para você trabalhar na jornada do cliente e você pode amadurecer esses contatos até o fechamento.

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É aquela velha história: redes de anúncios que são ideais para alcançar os leads e tornar a marca visível também são ideais para envolver os leads no seu funil para que, num futuro próximo, a conversão aconteça com sucesso.

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Para não deixar as alterações de privacidade abalarem suas métricas e seu traqueamento do lead, use o Convertions API.

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E, por fim, entenda quem é seu público e se ele está no Facebook/Instagram. Se não, com toda certeza, não vale a pena investir no Meta Ads.

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Do contrário, vale a pena sim testar as novas campanhas automatizadas da plataforma e suas atualizações constantes. 

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Mas afinal, ainda vale a pena investir no Meta?

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Vale, se fizer sentido para o seu negócio. A verdade é que o Meta é um grande player do mercado de redes de anúncios, até que alguma outra rede consiga provar ser melhor, o que ainda não aconteceu.

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Com as especulações da possível morte do Facebook, entre outros acontecimentos que citamos no texto, muitos profissionais e empresários podem ficar na dúvida sobre investir ou não no Meta Ads. 

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E faz sentido a questão: por exemplo, sem público no Facebook, o Meta Ads perde audiência e, consequentemente, anunciantes. Mas, na nossa opinião, isso não vai acontecer.

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Talvez, se é que podemos dar um palpite, o Facebook - e até mesmo o Instagram - podem se tornar coadjuvantes de uma nova era, na qual as redes sociais são pulverizadas. É claro que para isso acontecer, outras redes terão de mostrar maior eficiência do que o Meta.

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Nenhuma de fato morre, mas dão espaço para outras nascerem, para que todas tenham seu próprio espaço, com seu próprio público. 

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Afinal, vemos que cada vez mais os usuários mostram interesses específicos, que se diferem de geração para geração, de região para região, etc.

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Com isso, o Meta Ads, assim como Google Ads, LinkedIn Ads, e outros, também sofrerão essas alterações e terão que, constantemente, se reinventar.

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O Meta, não podemos negar, já está nesse processo. Sendo assim, é um canal ainda muito relevante e expressivo no cenário.

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Antes de ir embora

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