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Em 2026 menos de 30% das pesquisas no Google viram clique

Notícias
17/7/2026
Guilherme Zanotto

A forma como as pessoas usam o Google mudou. Cada vez mais, elas buscam, recebem a resposta na própria página de resultados e simplesmente não clicam em nada. 

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Um levantamento recente da SparkToro, com base em painel de cliques da Similarweb, mostra que essa mudança avançou tanto nos últimos anos que hoje ela define a forma como o próprio Google entrega respostas, e também a forma como marcas precisam repensar onde investem tempo e verba.

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Nos primeiros quatro meses de 2026, 68,01% das buscas feitas no Google terminaram sem nenhum clique.

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Esse número sozinho já seria relevante, mas o que mais chama atenção é a velocidade com que ele cresceu nos últimos dois anos, superando qualquer outro período já registrado desde que esse tipo de estudo começou a ser feito.

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Para quem trabalha com marketing, SEO ou mídia paga, entender essa curva é indispensável, porque ela impacta diretamente onde o tráfego, a atenção e o orçamento devem ser direcionados daqui pra frente.

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Neste artigo você vai entender:

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  • O que é Zero Click Marketing e como aplicar

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  • Que tipos de negócio ainda ganham com SEO tradicional

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  • O impacto disso na mídia paga

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  • Como reequilibrar o investimento em marketing

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  • Que KPI usar no lugar do tráfego

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O que é uma busca zero-click e como ela evoluiu?

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Busca zero-click é toda pesquisa no Google que se encerra sem que o usuário clique em nenhum resultado, seja ele orgânico, pago ou uma propriedade do próprio Google. Ou seja, a pessoa faz a pergunta, recebe a resposta na própria tela e não precisa sair dali.

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Mas esse conceito não é novo. Em 2019, a SparkToro publicou o estudo que deu origem ao termo "Zero Click Web", quando 49% das buscas já terminavam assim. De lá pra cá, o número só cresceu, e hoje ele chegou a 68%.

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Para visualizar essa evolução com clareza, veja como a proporção de buscas com e sem clique mudou entre 2016 e 2026:

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O gráfico deixa evidente que o crescimento não foi linear, entre 2016 e 2019, o avanço foi de cerca de 5 pontos percentuais, entre 2019 e 2024, esse ritmo já dobrou. 

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E entre 2024 e 2026, em apenas dois anos, o índice subiu 7,5 pontos percentuais, a aceleração mais rápida já registrada no fenômeno. Isso mostra que a tendência não está apenas continuando, ela está ganhando velocidade.

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Qual o peso da IA nessa aceleração?

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Para entender por que essa curva acelerou tanto, é preciso olhar para dois recursos de IA que o Google colocou dentro da própria busca nos últimos anos, os AI Overviews e o AI Mode. Eles têm papéis diferentes, e vale entender cada um separadamente antes de juntar as peças.

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Os AI Overviews são os resumos gerados por IA que aparecem no topo de várias buscas, respondendo a pergunta do usuário antes mesmo de qualquer link aparecer na tela.

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Eles já estão presentes em mais de 20% de todas as pesquisas feitas no Google e, quando aparecem, reduzem o CTR (taxa de cliques) em quase 60%. Assim, a resposta chega pronta para o usuário, que não precisa mais avaliar links para resolver a própria dúvida.

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Quanto mais essa presença cresce, menos tráfego sobra para os sites que produziram o conteúdo original. O resumo abaixo mostra bem esse efeito. Ele detalha, para cada busca feita em 2026, para onde o usuário vai depois:

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Já o AI Mode é uma uma busca mais conversacional, dentro do próprio Google, pensada para responder perguntas complexas em várias etapas, porém, ele ainda não é o principal responsável pela queda de cliques. Entre janeiro e abril de 2026, apenas 0,34% das buscas chegaram até ele.

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Entretanto, esse número isolado engana. No Google I/O 2026, a empresa afirmou que o AI Mode já ultrapassou 1 bilhão de usuários mensais e que o volume de consultas feitas dentro dele (as "queries") mais que dobra a cada trimestre.

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Ou seja, hoje o AI Mode ainda representa uma fatia pequena das buscas totais, mas está crescendo em um ritmo muito mais acelerado do que qualquer outro recurso do Google.

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Isso sugere que seu peso na queda de cliques deve aumentar de forma relevante nos próximos ciclos, mesmo que hoje ainda não seja o principal fator. Essa combinação, AI Overviews já consolidados e AI Mode em expansão acelerada, não é a única evidência da tendência.

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O tracker mensal da Ahrefs, que acompanha mais de 75 mil domínios, mostra uma queda de 8 pontos percentuais na fatia de tráfego que o Google enviou a esses sites entre junho de 2025 e maio de 2026.

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Isso equivale a uma redução de cerca de 22% no tráfego orgânico desse grupo, e o dado ganha ainda mais peso porque esse painel é formado por sites com equipes de marketing trabalhando ativamente para crescer tráfego, não por sites parados no tempo.

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O gráfico mostra a participação do Google como fonte de tráfego caindo de forma consistente mês a mês, enquanto ferramentas de IA como ChatGPT, Perplexity e Gemini seguem com uma fatia muito menor, mas em leve crescimento.

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Juntando os três pontos, AI Overviews, AI Mode e o tracker independente da Ahrefs, fica claro que a queda de cliques é um movimento consistente confirmado por fontes diferentes.

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Como o comportamento de busca mudou entre 2024 e 2026?

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Além de olhar para as causas, vale entender como isso se traduz no comportamento de quem busca. Comparando janeiro de 2024 com o mesmo período de 2026, três mudanças concentram quase todo o efeito.

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A primeira e mais expressiva está na métrica "Clicks 1X+", que soma qualquer clique dado pelo usuário, incluindo propriedades do Google, links orgânicos e anúncios.  Esse indicador caiu 22,9% e é a maior variação registrada em todo o estudo.

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Ou seja, cada vez menos pessoas clicam em alguma coisa depois de pesquisar, não importa o destino do clique. A segunda mudança caminha na direção oposta, o percentual de usuários que faz uma nova busca em seguida subiu 7,2 pontos.

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Isso mostra que, mesmo sem clicar, o usuário não abandona o Google, ele simplesmente pesquisa de novo, refinando a pergunta ou buscando outro assunto. 

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A terceira mudança está nos cliques pagos, que também cresceram no período. Aqui vale uma ressalva importante, o painel de 2024 tinha uso de ad blockers acima da média, o que provavelmente subestimou o número real daquele ano.

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Isso torna o crescimento observado agora ainda mais expressivo, já que o ponto de partida real provavelmente era mais alto do que o registrado. O gráfico abaixo reúne essas três mudanças lado a lado, comparando 2024 e 2026:

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Olhando os três movimentos juntos, fica visível o padrão de menos cliques, mais buscas repetidas e mais espaço para anúncios dentro do que sobra de atenção.

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Por que a queda nos cliques não deve desacelerar tão cedo?

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Vale entender por que essa tendência de queda nos cliques orgânicos tende a continuar, e não a se reverter. 

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As próprias ferramentas de IA, incluindo as do Google, enviam muito pouco tráfego de volta para os sites de origem, menos de 1% das buscas, e ainda assim continuam sendo cada vez mais usadas.

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Além disso, redes sociais como YouTube, Instagram e TikTok já viraram, para boa parte das pessoas, um substituto natural da busca tradicional para resolver dúvidas do dia a dia.

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Também existe um incentivo direto de produto, quanto mais respostas prontas o Google entrega, mais o usuário volta para fazer novas buscas, e mais tempo ele passa dentro do próprio sistema.

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Do lado financeiro, a receita de anúncios só cresceu nesse período, puxada pelo aumento no CTR pago e no CPC médio. 

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Juntando esses pontos, fica difícil imaginar um cenário em que o Google decida, por conta própria, abrir mão de uma estratégia que ao mesmo tempo aumenta receita, engajamento e domínio de mercado.

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O SEO morreu?

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Não, mas a função do SEO mudou. Tentar melhorar o SEO isoladamente para reverter essa queda de tráfego não resolve o problema, porque a causa está na forma como o Google organiza os resultados, e não na qualidade do conteúdo produzido pelas marcas.

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Mesmo assim, o SEO continua sendo tão importante quanto antes, talvez até mais.

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O motivo é que o conteúdo bem posicionado influencia diretamente as respostas geradas por IA e os recursos zero-click do próprio Google, já que esses sistemas se apoiam fortemente no que já rankeia bem organicamente.

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Um site que perde relevância em SEO também perde influência sobre o que a IA vai responder ao usuário, mesmo quando essa resposta nunca gera um clique de volta para o site.

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É por isso que continuar investindo em SEO ainda faz sentido, mesmo sabendo que o tráfego direto pode não crescer na mesma proporção.

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Manter uma base técnica sólida, conteúdo relevante e autoridade de domínio é o que garante que a marca continue sendo citada, referenciada e recomendada dentro das respostas que a IA entrega, mesmo quando o usuário nunca chega a clicar em nada.

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Se o tráfego não é mais o KPI, o que medir no lugar?

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Com o tráfego perdendo força como indicador isolado de sucesso, faz sentido construir um dashboard de correlação, que conecte sinais de marca, menções, buscas por nome e engajamento em plataformas externas com resultados de negócio, como leads e vendas.

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Também vale investir em pesquisa de audiência para entender onde o público realmente presta atenção.

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Isso vai além de saber se ele está no LinkedIn ou no Instagram, envolve identificar pessoas específicas nesses ambientes, criadores relevantes, subreddits, canais de YouTube, podcasts e newsletters que moldam a opinião do público-alvo.

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O que é Zero Click Marketing e como aplicar?

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O conceito proposto pelo autor do estudo é construir influência e reconhecimento de marca sem depender de uma visita ao site como métrica de sucesso.

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Por exemplo, uma empresa B2B pode começar isso investindo em marketing nas plataformas que não controla, aceitando que parte da audiência nunca vai chegar até o site, e ainda assim gerar valor de marca por lá.

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Isso passa por aprender a contar histórias, atrair, promover e educar em formatos curtos de vídeo, áudio, imagem e texto que vivem dentro dos próprios ambientes fechados, como redes sociais e plataformas de IA.

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O site continua tendo papel importante, mas deixa de ser o único destino esperado da jornada. 

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Isso muda o tipo de conteúdo priorizado no planejamento, com mais espaço para formatos nativos de cada plataforma e menos dependência de um clique final para justificar o investimento.

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Que tipos de negócio ainda se beneficiam do SEO tradicional?

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Nem todo tipo de busca foi igualmente afetado por essa mudança. Buscas de marca, negócios locais e queries transacionais de alta intenção continuam sendo terreno fértil para o SEO tradicional.

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São justamente esses os perfis de site que seguem ganhando espaço relevante dentro do próprio Google, porque respondem a uma intenção de compra ou de ação concreta que a IA ainda não substitui completamente.

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Uma pessoa buscando "restaurante japonês perto de mim" ou pelo nome exato de uma marca ainda espera encontrar um resultado clicável, e é nesse tipo de busca que o SEO tradicional continua entregando retorno direto.

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Qual o impacto disso na mídia paga?

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A retenção de atenção dentro do Google também afeta a mídia paga.

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Com mais usuários resolvendo suas dúvidas sem sair da página de resultados, a disputa pelos cliques que restam fica mais concentrada, o que já aparece no aumento do CTR pago e do CPC médio observado no período.

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Para quem investe em anúncios, isso significa mais competição pelos mesmos espaços e custo de aquisição em alta, mesmo em nichos que já eram consolidados. 

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Ou seja, o mesmo movimento que reduz o tráfego orgânico também encarece o tráfego pago, o que reforça a importância de medir o retorno de cada canal com ainda mais cuidado.

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Como reequilibrar o investimento entre site, plataformas e mídia paga?

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O tráfego direto ao site como métrica isolada de sucesso perde força a cada ano, e os números de 2026 deixam isso ainda mais evidente. A resposta não é abandonar SEO nem o site institucional, mas reequilibrar onde o investimento é direcionado.

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Isso significa manter o site relevante o suficiente para influenciar as respostas de IA e os recursos zero-click, direcionar mais energia para as plataformas onde o público realmente está, mesmo sem controle total sobre elas, e acompanhar de perto o desempenho da mídia paga diante da alta de CPC provocada pela concentração de atenção dentro do próprio Google.

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Marcas que conseguirem fazer essa transição de mentalidade, medindo influência em vez de apenas cliques, tendem a estar melhor posicionadas para os próximos anos dessa mudança.

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Se a sua empresa está repensando onde investir diante desse cenário, a Traktor pode ajudar a estruturar essa estratégia, desde planejamento até à execução.

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